sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Garrafas manchadas



"A mediocridade existencial tem sido a opção mais fácil e a cultura do "qualquer jeito" nos tem anestesiado para as transformações necessárias."

Reaproveitameto



PONTO DE PARTIDA

Mais uma vez volto ao ponto de partida
Mais vazio do que antes
E que cada vez mais acho que estou a regredir
Cada vez mais me agarro em amores inalcançáveis
Cada vez mais me esquecendo de mim
Do que me faz feliz, do que fui.
Mais miserável, incompleto
Amável, confuso, um paradoxo
Contrário ao senso comum
Sempre soube que não eras capaz de mim
Nunca fui o que precisavas
O tempo deu a resposta
Seja lá o que precisavas...
Não era eu.
Paulo Gomes

sábado, 20 de agosto de 2011

Quando amei de verdade




Caixinhas




Caixinha




Garrafas manchadas




Garrafa pintada




Jarro de barro




Percebes?
Me escapas pelos dedos.
Mas percebia tua aflição,
Ao fim das tardes nas esplanadas.
Te oferecia paixões eufórico.
Obcessivo até,
Mas era o que de mim parecia verdadeiro.
Em ti parecia paixões de cácto.
Porque não aplicavas as generalizações que é a vida.
Achavas que estavas certo,
Talves estivesses errado.
Os espíritos femininos trabalham pra tudo.
Até para o amor.
Exigem uma infinita construção de rituais.
Um mistério!
Tolerante com o imprevisível cotidiano.
Talvez por isso a aflição
Tranquilidade versos desolação.
Paixão súbita e seca.
Tenho estado contigo, pontualmente todas manhãs
Meditando por ti e pela cura de ti.
A boa-fé dos que amam de verdade.
Percebes?
Paulo Gomes


quarta-feira, 13 de julho de 2011

"Pode ser que um dia deixen=mos de nos falar
Mas, enquanto houver amizade, faremos as pazes de novo
...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro."
( Albert Einstein )

Relembrando



Relembrando



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011